Não sabemos se ainda há seguidores resistentes, mas prometemos que em breve iremos voltar às aventuras neste blogue. Entretanto, o melhor mesmo é fazerem um enquadramento através de uma leitura aos posts anteriores.
Até breve!
quinta-feira, 16 de junho de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Planeamento... das compras!
Fazer as compras da semana - ou do dia, conforme o caso - exige planeamento e atenção. É assim em todo o lado, mas no Rio vejo isso como uma "necessidade mais necessária". Para que tenham uma noção mais exata: os preços das frutas e legumes podem variar muito de semana para semana. Não noto tanto essa diferença nas carnes, onde não noto uma flutuação de preços tão acentuada. À semelhança do que se vê em Portugal, há alturas em que se notam promoções interessantes do produto A ou B e então é fazer contas, olhar para a dispensa e decidir.
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| Alguns dos encartes que se encontram aqui nas proximidades. |
Talvez por defeito profissional ou não, mas gosto de comparar preços. É evidente que a atenção não se aplica apenas ao momento da pré-compra, mas no momento da sua finalização: no ato do pagamento convém estar muiiiiiitoooo atento(a) aos valores que são cobrados. Não foi uma, duas ou três as vezes em que ia ficando no prejuízo: olhei, vi erro, reclamei, reclamaram comigo por eu ter reclamado, não pediram desculpa pelo erro, mas o acerto foi feito! Por isso, vale tudo para diminuir o valor da conta:
- cartões de fidelidade;
- cupões de desconto - não tão evidentes em todas as lojas por aqui;
- verificação prévia dos "encartes" - nome pelo qual são vulgarmente conhecidos os panfletos semanais das lojas;
- atenção redobrada no momento do pagamento;
- compras mais afastadas dos centros turísticos, sempre que possível.
Boas compras :)
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Biscoitos ou doces de feira.
Quem nos acompanha no Instagram, por exemplo, sabe que já lá falámos do assunto: os biscoitos de feira. No Brasil, as pequenas iguarias vendem-se ao kilo e a sua variedade é imensa. Em Portugal também temos os chamados "doces das festas" e podemos dizer que apresentam algumas diferenças em relação ao que vemos nas feiras livres que temos visitado no Brasil. Aqui vão algumas:
- não se vendem ao kilo - são mais facilmente encontrados em sacolas ou vendidos à unidade;
- são maiores - embora existam de variadíssimos tamanhos e formatos, os biscoitos que se vêem no Brasil são geralmente menores do que os que se vêem em Portugal;
- encontram-se nas feiras e festas populares - suponho que é mais fácil encontrar os bicoitos brasileiros no supermercado do que nas festas que se fazem;
- há menos diversidade - apesar de podermos encontrar regueifas doces, de canela, de côco, roscas, cavacas, suspiros, doces de gema e outros mais, a verdade é que a variedade que se encontra nas feiras brasileiras é bastante maior do que a que tenho encontrado em Portugal.
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| Da esquerda para a direita: cavaca, suspiro e doce de gema. |
Na foto poderemos ver alguns desses doces caseiros encontrados em algumas das festas populares portuguesas :)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Feijoada.
| Feijoada. |
A feijoada acompanha geralmente com rodelas de laranja, couve mineira, farofa, torresmos, arroz branco, feijão preto com carne seca, linguiça e outras (costela suína salgada e/ou defumada, barriga, língua, são apenas algumas das possibilidades). Em alguns locais também pode vir acompanhada de banana frita, aipim e batatas igualmente fritas.
E para beber? Bem, cada um bebe o que quer, mas normalmente não falta a capirinha!
Bom fim-de-semana!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Natal carioca.
O Natal chega cedo no Rio de Janeiro: em Outubro já se vêem árvores de Natal bem recheadas de cor e luz em algumas lojas da cidade. Confesso que é um pouco estranho ver os enfeites de Natal ainda misturados com as vendas das vestimentas e acessórios de Halloween, mas sobrevive-se.
Para mim, Natal será sempre associado a frio - afinal, dizem que o Pai Natal vem lá da Lapónia, onde a neve e os ventos gelados não o deixam esquecer da época em que terá de viajar. Natal será também época de cor, luz e brilho, dentro e fora de casa. Nos vários condomínios da zona Sul do Rio, pelo menos, vemos árvores enfeitadas, bem como outros elementos que não nos deixam esquecer que estamos próximos do Natal. Contudo: e as ruas? Infelizmente não as vejo enfeitadas - ou, no caso das que o estão, nada têm de comparável com o que vemos em Portugal ou em cidades europeias, por exemplo. Recordo que em Santiago do Chile já vimos algumas ruas com o brilho das luzes de Natal, mas, no caso do Rio, confesso que nunca me dei muito conta disso ao longo destes quase 2 anos e meio. E tenho pena!
Os hábitos de Natal aqui também são muito diferentes dos nossos, em Portugal: há a tradicional venda de bacalhau e frutos secos, mas o mais parecido que se tem do bolo-rei são os famosos "panetone", fruto da tradição italiana. É igualmente comum que algumas empresas ofereçam aos seus funcionários uma "cesta" com vários produtos alimentícios, incluindo o referido "panetone" - que também vemos em Portugal, mas não associamos tanto ao Natal.
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| O "panetone" pode ter sempre diferente: frutos secos, doce de leite, pepitas de chocolate, etc. |
sábado, 12 de dezembro de 2015
Água.
Avizinha-se o Verão e com ele o intenso calor! Não é à toa que os cariocas apelidam os meses de Janeiro e Fevereiro de "Inferno": a sensação térmica facilmente ultrapassa os 40 e muitos graus. É por isso natural que aumente igualmente o consumo de bebidas, sejam elas alcoólicas ou não. No caso concreto da água, é bastante comum que se comprem galões ou garrafões de 20 litros de água - não apenas porque é mais prático porque o galão é substituído quando vazio, mas porque é muito mais barato do que consumir garrafas de 1,5litros (os garrafões de 5 ou mais litros não são facilmente encontrados).
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| Galão de água convencional e suporte - normalmente, os mais básicos têm apenas uma torneira e não são eléctricos. |
Há quem utilize filtros de água, outros utilizam aparelhos eléctricos mais sofisticados e que refrigeram a água, porém há quem recorra aos mecanismos mais simples: suporte + galão de água. Por norma, compra-se o suporte (cerca de 20 reais) e vai-se encomendando a água à medida que o galão fica vazio (um galão de 20 litros custa, em média, 15 reais). O novo galão de água é normalmente trazido nos triciclos de que em tempos já aqui falei.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Comparações.
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| Foto retirada da Internet. |
Há situações que não são comparáveis. No entanto, há uma em que penso regularmente e que me faz recuar aos tempos em que vivia na Bélgica: respeito pelos sinais do semáforo. Recordo o dia em que quase fui presa porque resolvi atravessar a passadeira com o sinal vermelho para peões - não via trânsito, por isso o fiz. Foi um "espectáculo" tão grande, envolvendo polícia, sirenes e sermão que durante anos não ousei cometer a gaffe em mais lado nenhum - Portugal incluído.
Ora, mas entretanto chego ao Brasil. E o respeito pelos semáforos não é igual em todos os locais. Por isso: muito cuidado, pois estar sinal vermelho para peões ou condutores não deve ser sinónimo de transgressão (ok, infelizmente voltei às transgressões de peão...).
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